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Ele mora no planeta Terra. Ops! Quer dizer... Na verdade ele passa a maior parte do tempo no mundo da lua. Mas fazer o que? Libriano é assim mesmo. Com 22 anos é estudante desleixado de informática e apaixonado por teatro. Vícios?! Vários, mas o principal é pela música eletrônica.

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¤ Sábado, Abril 29, 2006

-=d(0.o)b=- Música de Vídeo Game -=d(o.0)b=-

Ah! Os vídeo games! Eu comecei com o extinto Atari, passei pro Top Game, Master-System, Mega Drive, Nintendo, PlayStation e parei no Nintendo 64. Lógico que aqui e ali rola um jogo no PC, um Game Boy, um minigame do camelô e o jogo da cobrinha no celular então? Um vício! Mas daí imaginar que você vai para um show ouvir música de game. Por quê não? Esta é uma das experimentações da música que começa a ganhar adeptos no Brasil. E em duas vertentes: tanto no metal, quanto na eletrônica.

No Metal temos o Nino MegaDrive, com sua banda de um homem só, a MegaDrive. No som são remakes de trilhas de games regravadas na batida do Metal. Na internet o disco Action Metal da banda já ultrapassam 1 milhão de Downloads. Seria o Game Metal nascendo? Confira: www.megadrive.com.br

Na eletrônica o músico Alexandre Kassim lança, de forma independente, o projeto: Articial Free U.S.A. Com músicas feitas a partir dos sons tirados de um Game Boy. Funciona assim: o cartucho acessa o chip de som do Game Boy, no cartucho são salvas as informações sonoras e o gerador de som é o próprio Game Boy, que funciona como um sintetizador de quatro canais com pulse/pulse/wave/noise. O resultado remete ao electro, mas sobra espaço para influências que vão do Kraftwerk ao LCD Soundsystem.

.:: Mais infor .:: Revista Mtv 53

¤ Por CAIUS FREITAS em 6:37 PM Comentários (clic aqui!):

¤ Segunda-feira, Abril 24, 2006

..:: V de Vingança ::..

Os leitores mais antigos desse blog sabe o quanto sou apaixonado pelos irmãos Wachowski, criadores da trilogia Matrix e dos Animatrix, agora eles estão de volta. V de vingança, famosa série de quadrinhos criada pelo aclamado Alan Moore, que mostra um híbrido entre Herói e Terrorista. Andy e Larry Wachowski não estão dirigindo, eles conceberam e fizeram o roteiro do filme. Quem dirige é o ex-primeiro assistente de direção da séria Matrix: James McTeigue. O filme já estréio e eu tô louco pra ver. Tenho que arrumar um tempo essa semana e me enfurnar no cinema. Bom, para deixar vocês mais instigados também pra ver o filme vou colocar aqui uma parte da matéria que saiu na revista da Mtv desse mês (edição 59).

::. V de Vingança ou F de filmaço .::

As referências cult de escritores como George Orwell, de 1984 e A Revolução dos Bichos, e de cineastas como Stanley Kubrick, mestre de O Iluminado e Laranja Mecânica, são evidentemente claras, e significam ali um monte de acontecimentos do breve século 21. Fatos da Guerra do Iraque, protestos contra a arbitrariedade da polícia na França, caça ao terrorismo da Al-Qaeda no Alfeganistão, exacerbismo religioso convertido em manifestações violentas no mundo islâmico, explosões de homens e bombas nos metrôs de Madrid e nos ônibus de Londres, não estão ali, evidentemente, enfeitando a tela. Esses eventos serão retratados pela BTN (Rede de Televisão Britânica no filme) como um meio de manipular a população, criando o medo do perigo iminente de que o inimigo mora ao lado. As imagens aparecem suscitando discussões preocupantes sobre o mundo moderno a partir de leituras como a autobiografia do primeiro-ministro israelense Menachem Begin, que liderou um grupo militante sionista na Palestina pela sua libertação dos ingleses.

O mistério que encobre o passado dos personagens virá à tona à medida que o filme, com duas horas e meia de duração, avança. Quando segredos de Estado começarem a ser revelados e a verdade emergir, o grito punk do Sex Pistols, Anarquia no Reino Unido!, será lembrado como a voz inspiradora dos criadores de V contra as medidas da era da ex-ministra britânica Margareth Thatcher.

Com V de vingança, James McTeigue estréia na direção de um grande filme no cinema. Ele, que trabalhou como primeiro assistente de direção nos três filmes da série Matrix, recebeu das mãos dos irmãos Wachowski, o roteiro original de V de Vingança, ainda em fase de pós-produção de Matrix Revolutions. Nada como bons relacionamentos. "Vimos que a história tinha uma visão de como se tornaria o atual clima político. Ela mostrava o que pode acontecer quando a sociedade tem de obedecer ao governo, em vez de o governo seguir a voz do povo", finaliza o diretor.

¤ Por CAIUS FREITAS em 5:17 PM Comentários (clic aqui!):

¤ Sexta-feira, Abril 21, 2006

.:..:: Mini-Dicionário de E-music ::..:.



Acid Techno: Techno que se ouvia na metade dos anos 90 nas raves, quanto mais elementos, mais aciiiiid.

BreakBeat: Nada linear, o som marcado pelas batidas quebradas. Sabe Prodigi? Então!

Disco: O som das pistas dos anos 70 foi o principal pilar da música eletrônica. E quem nunca cantou: "We can dance. Hu huuuuuu..."

Dub: Reagge com muita fumaça na caxola: lento e com destaque para efeitos e barulhos repetitivos.

Drum's'Bass: Nasceu do HardCore, é acelerado e quebrado pra caramba. Alguns dizem que é um ritmo que não se dança, pula-se.

DownTempo: Som pra relaxar, Pra dar um tempo.

Electro: Era uma vez um grupo chamado Depeche Mode... Sabia que no Brasil tem o Cansei de Ser Sexy?

Funk Carioca: Shortinho, dancinha, cachorra, tigrão, passar um cerol, ir ficando atoladinha... Ah! Esse cê sabe vai...

Hard House e Hard Techno: Versão lenha da house ou do techno, com BPMs lá em cima... Eu adoro!

House: Nascida da disco, a house é o estilo mais antigo da música eletrônica e também o mais orgânico.

Minimal: Tendência nas pistas, o minimal valoriza sutilezas e detalhes em detrimento da bombação.

Techno: O techno nasceu em Detroit, inspirado nas novas tecnologias vindas da Alemanha, mas com groove de funk americano dos anos 70.

Trance: Música eletrônica acelerada, acrescida daqueles barulhinhos que ficam batendo na nossa cabeça até o dia seguinte.

¤ Por CAIUS FREITAS em 3:13 PM Comentários (clic aqui!):

¤ Quarta-feira, Abril 05, 2006

£¢¢ Cartões de Vícios ¢¢£



Cortei meus cartões de crédito. Putz! Nunca imaginei como isso seria difícil. Eu ali parado com um cartão numa mão e uma tesoura na outra imaginando todos os privilégios que aquele cartão podia me oferecer. Sim, pois comecei pelo o mais importante e o mais perigoso: Cartão internacional e sem limite de crédito. Lembrei de todas as viagens que ele foi companheiro. Das salas vips em alguns aeroportos que ele dava direito. Daí pensei: Salas vips que eu nunca usei, pois sempre prefiro ficar no meio da fuzaca do que me trancar numa sala vip cheia de gente chata! E o que adianta ter um cartão ao qual você não pode estourar o limite? E fora que ele sendo sem limites, prova que aquela merdinha retangular e magnetizada tem muito mais poder do que eu, afinal, eu tenho limites financeiros! Só sei que essas constatações foram me dando uma raiva, um ódio, que saquei a tesoura e estraçalhei o danado em mil pedaços.

Cartão é um vício. Eu diria até que ele tem vida própria. Quando você menos espera chega sua fatura exorbitante que por livre e espontânea ¿falta de opção¿ acaba por lhe fazer pagar o mínimo cobrado e no mês seguinte aja juros, no outro mês mais juros por cima de juros e assim sucessivamente.

Só sei que depois do primeiro tomei gosto: cartões de supermercado, de lojas de roupa, de combustível... Eu estava tão entusiasmado que quando percebi já estava quase cortando o meu cartão telefônico. Respirei fundo e parei. Quando vi tinha uns 10 cartões todos torados. Pena que as contas não vão juntas com eles né? Acho que vou fazer uma obra de arte. Quem sabe se eu misturar cartões com carteiras de cigarro. Vícios, males, prazeres, cartões, cigarros?!

¤ Por CAIUS FREITAS em 5:29 PM Comentários (clic aqui!):